... mas não. Sou terrivelmente previsível. Voltei a procurar vestígios , notícias, algo que me deixasse vagamente perto.
Hoje estou longe mas insisto em apegar-me à fantasia na esperança tola de que um dia estar mais perto. Ao mesmo tempo sei que não suportaria a proximidade; todas as minhas inseguranças tolas surgiriam ao mesmo tempo e seguir-se-ia o habitual: entro em pânico e saboto qualquer tentative de aproximação. Porque já fiz isso antes, não me orgulho de o ter feito mas sei que voltaria a fazê-lo. Ou será que conseguiria não o fazer? Será que seria capaz de não usar a máscara anti-social que está melhor só que contigo? Não sei e nunca o saberei porque já não tenho mais hipóteses.
Esgotei todas as hipóteses mas... posso aprender e nunca mais fingir que não me importo com algo ou alguém que me afecta tanto, que admiro e respeito. Faça-se assim jus à minha estupidez enquanto encerro este capítulo. Chega de me martirizar a procurar por algo que não encontrarei. Contentar-me-ei com o que temos agora. Seguirei em frente. É este o meu objectivo para este novo ano: vou deixá-lo ir...
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