É uma palavra incrivelmente pequena mas que pode despoletar uma série de sentimentos. Disseram-me não. Hoje. Não foi um não banal. Foi um daqueles que, para além de conduzirem a sentimentos frustrantes, ainda têm grandes repercursões na nossa vida.
Sinto-me mal comigo mesma porque parte da negativa é da minha responsabilidade. Sinto-me ainda pior por quem me ajudou e abdicou do seu tempo e recursos para depois perceber que fou em vão. Eu fui em vão. A minha auto-estima está no chão.
Mas amanhã é outro dia, e com este virão novas oportunidades. Pelo menos é o que espero... Enquanto isso vou continuar a empatar a vida dos que me rodeiam em vez de os ajudar.
Hoje assisti ao que foi, aparentemente, o último episódio de Ugly Betty.
Digo 'último episódio' e não 'o final' porque cheira-me que ainda não acabou. A terceira temporada foi, de longe, a melhor. Esta foi muito contida e até algo cliché. Até parece que pegaram no resto da história e espremeram-na nos últimos dois episódios.
Diverti-me imenso, chateei-me algumas vezes e suspirei (de impaciência) com esta série e com as suas personagens. Acompanhar o crescimento das personagens gerou em mim estes sentimentos contraditórios porque, tal como na vida real, as pessoas cometem erros e irritam-nos por mais que as amemos
Mas, apesar de tdo, amei esta série. Tão simples quanto isso.
E o guarda roupa da Betty nos últimos episódios? To die for...
Via esta 'pérola' tinha eu uns cinco anos. Agora revejo-a no Youtube em italiano (aparentemente teve imenso sucesso na Itália). Neste momento estou a rir-me como uma idiota e a dar cabo do sistema nervoso de quem me ouve com os meus berros histéricos. A culpa não é minha... É tão lame mas tão lame que nem sequer tenho outra palavra para a descrever. A música é um verdadeiro 'diamante'. Está-me no sangue o 'rir' de tudo o que é lame. Faz parte da cultura ancestral que comigo carrego...
E agora, aqui, em exclusivo (mas pouco) AISHITE NIGHTS!!
Há dias em que me levanto cedo. Calço os ténis,agarro na minha Monte Campo e encho-a com uma garrafa de água, um bloco de papel, um estojo de lápis de grafite, um ou dois livros de Eça de Queirós e de Altino do Tojal, o mp3 e a máquina fotográfica da minha irmã. Ajusto a velha mochila às costas, pego nas chaves de casa e no passe e lá vou eu. Parto para todo o lado e para lugar algum.
A maior parte das vezes não vou muito longe. Fico mesmo ao pé do rio. É interssante como parto pensando que vou livre e sem destino mas, na maior parte das vezes, sinto que o Tejo chama-me e atendo ao seu pedido.
No dia em que tirei esta fotografia não levei a mochila, nem a garrafa de água, muito menos os livros de contos. Levantei-me e corri até ao rio para tentar capturar a imagem do amanhacer. Daquele amanhecer.
Coloquei-me no lugar pretendido e lá fui disparando na tentativa vã de aprisionar todas as cores que são reveladas enquanto o sol se eleva. No preciso momento em que a luz iria incidir em cima da água revelando todo o esplendor que eu aguardava, a máquina ficou sem bateria. Sim, senti-me estúpida mas muito melhor do que ficar a lamuriar foi pôr a máquina de parte e assistir ao espectáculo gravando-o na memória. Dessa manhã, esta foi a foto com o sol mais alto que consegui.
E não é que este filme passou ontem na televisão e eu não o vi? Este é um dos filmes que quero ver mas que, por alguma razão, nunca vejo. E o pior é que como toda a gente já o viu, tenho de ouvir bitates que estão a arruinar a minha futura visualização. Isso não se faz meus amigos. Isso é maldade. Ai e tal e o Will Smith até nem está bem. Ai e tal e o fim é um pouco sem sal.
Estou mesmo a ver...
Tinha mesmo de passar ao sábado à tarde? Não podiam ter posto à noite ou algo que o valha?
Pois... sábado...
Agora trabalho ao sábado. E também entro mais cedo. Portanto, trabalho de segunda a sábado das 12 às 17 exceto às quintas que entro depois das duas para poder assistir a mais algumas aulas de Finanças. Está bem que gosto imenso do meu trabalhito, está bem que é melhor que nada, está bem que a patroa é uma querida e os colegas ajudam-me imenso, mas isso não me impede de estar menos cansada. Agora tenho o domingo para descansar as pernas e amanhã lá vou eu para o triângulo casa-faculdade-trabalho.
E agora a parte mais interessante disto tudo: não posso gastar nem um chavo do que ganhei porque não dá para tudo o que tenho de pagar em Abril e ainda tenho de pedir ajuda à minha mãe. Bahhh isto não está a correr como planeado...
Tenho uma obssessão qualquer com esta campanha. Já escarafunchei a internet à procura dele o que foi particularmente interessante porque não sabia qual a marca do carro (sim, sou uma perfeita idiota). Só é pena não ter dado com a versão portuguesa do dito cujo...
Mas pronto, o que lá vai, lá vai e aqui está ele para eu o ver quando quiser. Quanto ao carrito, sorry. Já tenho o meu carro-citadino-normal-e-pouco-caro de sonho e não é este.
Vou armar-me em misantropa e vou fechar-me em casa a ver As good as it gets. Misantropo, anti-semita, obssessivo-compulsivo + Jack Nicholson. É esse o plano.
Isso ou A cor Púrpura. Ainda não sei.
Quase me esquecia de um pequeno pormenor: hoje ainda tenho de ir trabalhar e as páginas do livro de finanças não se vão ler sozinhas.
Ó Maria, parece que vamos ter de deixar o programinha para outro dia...