Luiz e a lata. Ouvi-os pela primeira vez quando se apresentaram na TV, relativamente desconhecdos do grande público, sendo que por essa altura foram convidados a fazer a primeira parte do concerto de Craig David em Portugal, a convite do próprio. Posso dizer que não fui ao tal concerto, mas não os esqueci. A sua música cativou-me de forma simples, uma simplicidade inesquecível talvez pelo que associo à música. Esta música recorda-me algo que nada tem a ver com o descrito pela letra; não deixo que isso me impeça nem de a ouvir, nem de a associar ao sentimento de liberdade que sinto ao percorrer as ruas da minha vida e ao fazer aquilo de que realmente gosto.
Luiz e a lata. Andei
Escrita sobre tudo e sobre nada, porque há sempre algo que fica por dizer, porque muito se pensa mas nem tudo se diz.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Pensei que já tinha esquecido...
... mas não. Sou terrivelmente previsível. Voltei a procurar vestígios , notícias, algo que me deixasse vagamente perto.
Hoje estou longe mas insisto em apegar-me à fantasia na esperança tola de que um dia estar mais perto. Ao mesmo tempo sei que não suportaria a proximidade; todas as minhas inseguranças tolas surgiriam ao mesmo tempo e seguir-se-ia o habitual: entro em pânico e saboto qualquer tentative de aproximação. Porque já fiz isso antes, não me orgulho de o ter feito mas sei que voltaria a fazê-lo. Ou será que conseguiria não o fazer? Será que seria capaz de não usar a máscara anti-social que está melhor só que contigo? Não sei e nunca o saberei porque já não tenho mais hipóteses.
Esgotei todas as hipóteses mas... posso aprender e nunca mais fingir que não me importo com algo ou alguém que me afecta tanto, que admiro e respeito. Faça-se assim jus à minha estupidez enquanto encerro este capítulo. Chega de me martirizar a procurar por algo que não encontrarei. Contentar-me-ei com o que temos agora. Seguirei em frente. É este o meu objectivo para este novo ano: vou deixá-lo ir...
Hoje estou longe mas insisto em apegar-me à fantasia na esperança tola de que um dia estar mais perto. Ao mesmo tempo sei que não suportaria a proximidade; todas as minhas inseguranças tolas surgiriam ao mesmo tempo e seguir-se-ia o habitual: entro em pânico e saboto qualquer tentative de aproximação. Porque já fiz isso antes, não me orgulho de o ter feito mas sei que voltaria a fazê-lo. Ou será que conseguiria não o fazer? Será que seria capaz de não usar a máscara anti-social que está melhor só que contigo? Não sei e nunca o saberei porque já não tenho mais hipóteses.
Esgotei todas as hipóteses mas... posso aprender e nunca mais fingir que não me importo com algo ou alguém que me afecta tanto, que admiro e respeito. Faça-se assim jus à minha estupidez enquanto encerro este capítulo. Chega de me martirizar a procurar por algo que não encontrarei. Contentar-me-ei com o que temos agora. Seguirei em frente. É este o meu objectivo para este novo ano: vou deixá-lo ir...
sábado, 26 de dezembro de 2009
I'll be a runaway...
I'm gonna pack my bags, and never look back
Run a parallel line with the railroads track, and make my get away.
I put the pedal to the metal as the sun goes down
Leave everybody sleeping in this sleepy town tonight.
And at the break of day I'll be a runaway...
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
O que eu queria era algo deste género...
...mas a distância entre o querer e o ter é cada vez maior.
Longe vão os tempos em que podia dar-me ao luxo de comprar livros sem premeditação (por comprar entenda-se azucrinar o juízo dos pais e 'assaltar' a colecção da irmã). Actualmente, depois de efectuados exaustivos cálculos matemáticos que envolvem equações dificílimas, consulta-se o 'porquinho' e volta-se a ler Os Putos de Primavera de Altino de Tojal (não consigo contabilizar o número de vezes que li 'O comboio das 22') .
É aí que entra a importância do Projecto Gutemberg para indivíduos desprovidos de euros como eu (sim porque quando não há euros de sobra a primeira área que vê cortadas as suas verbas é a cultura e lazer). Não gosto muito de ler no monitor (prefiro o livro físico), mas já dizia a minha avó que não se deve andar a protestar se o cavalo até foi gratuito.
Gosto muito do meu amigo e-book (dividamente legalizado), mas quando a saudade aperta ou o desejo de ler algo que não pertence ao domínio público aperta, preparo-me para o que costumo chamar (só inventei agora) a IDA.
Junta-se a mim uma uma alma, que embarca nas minhas maluquices e em cujas maluquices embarco, e empreendemos uma expedição a determindo estabelecimeto comercial que vende livros e por lá ficamos a perder horas. Eu sigo Grenouille pelas ruas pútridas de Paris do século XVIII e, a minha companhia segue por ruas mais rosadas que não me apraz visitar.
Vou definitivamente comprar o livro... só não vai ser amanhã.
Ok, tenho demasiado tempo livro e uma imaginação muito fértil. Preciso de dar asas a essa imaginação. Preciso de Livros.
Longe vão os tempos em que podia dar-me ao luxo de comprar livros sem premeditação (por comprar entenda-se azucrinar o juízo dos pais e 'assaltar' a colecção da irmã). Actualmente, depois de efectuados exaustivos cálculos matemáticos que envolvem equações dificílimas, consulta-se o 'porquinho' e volta-se a ler Os Putos de Primavera de Altino de Tojal (não consigo contabilizar o número de vezes que li 'O comboio das 22') .
É aí que entra a importância do Projecto Gutemberg para indivíduos desprovidos de euros como eu (sim porque quando não há euros de sobra a primeira área que vê cortadas as suas verbas é a cultura e lazer). Não gosto muito de ler no monitor (prefiro o livro físico), mas já dizia a minha avó que não se deve andar a protestar se o cavalo até foi gratuito.
Gosto muito do meu amigo e-book (dividamente legalizado), mas quando a saudade aperta ou o desejo de ler algo que não pertence ao domínio público aperta, preparo-me para o que costumo chamar (só inventei agora) a IDA.
Junta-se a mim uma uma alma, que embarca nas minhas maluquices e em cujas maluquices embarco, e empreendemos uma expedição a determindo estabelecimeto comercial que vende livros e por lá ficamos a perder horas. Eu sigo Grenouille pelas ruas pútridas de Paris do século XVIII e, a minha companhia segue por ruas mais rosadas que não me apraz visitar.
Vou definitivamente comprar o livro... só não vai ser amanhã.
Ok, tenho demasiado tempo livro e uma imaginação muito fértil. Preciso de dar asas a essa imaginação. Preciso de Livros.
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