Hoje acordei com vontade de ouvir este ritmo. Acho que preciso (urgentemente) de retomar o estudo do francês...
Escrita sobre tudo e sobre nada, porque há sempre algo que fica por dizer, porque muito se pensa mas nem tudo se diz.
sábado, 26 de junho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
O que fazer?
O que fazer quando não se deve olhar mas, ao mesmo tempo, não se consegue parar de olhar? Porque não nos pertence esse olhar. Porque pertence a outra pessoa.
É simples. Não se olha e pronto!
Mas o que fazer se pegamos o motivo da nossa inquietação a olhar de volta?
Ó tu que não me ouves, não olhes para mim. Tens tantos outros ângulos para os quais podes e deves olhar por isso, não olhes para mim. Aliás, não passes ao pé de mim; não respires ao pé de mim; não existas ao pé de mim. Em suma, concentra a tua existência exatamente para o lado oposto da minha. Acho que fui clara o suficiente...
É simples. Não se olha e pronto!
Mas o que fazer se pegamos o motivo da nossa inquietação a olhar de volta?
Ó tu que não me ouves, não olhes para mim. Tens tantos outros ângulos para os quais podes e deves olhar por isso, não olhes para mim. Aliás, não passes ao pé de mim; não respires ao pé de mim; não existas ao pé de mim. Em suma, concentra a tua existência exatamente para o lado oposto da minha. Acho que fui clara o suficiente...
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