Há poucas coisas piores na vida do preparar e servir comida a outras pessoas quando se está de jejum. Se por escolha fosse seria menos doloroso. Mas não. E são torradas a sair e tostas mistas e sandes de tudo o que o freguês quiser e galões e rissóis (sim, há clientes que gostam de pedir fritos às 7:30 da manhã sabendo de antemão que estes vão ter de ser preparados na hora, e ainda protestam porque demora o serviço).
E é por isso que às vezes, mas só às vezes, deparamo-nos com uma empregada de mesa menos sipática (com ar trombudo, vá) às 11 da manhã de um sábado. Não é estupidez ou má disposição crónica. É fome. Trabalhar com a casa cheia é bom para o ordenado mas mau para o estômago. Pelo menos no meu caso...
Se já fico prestes a desmaiar num cenário como este, nem quero imaginar o que será um dia inteiro. Ou dias. E pensar que é a realidade de muitos...
Escrita sobre tudo e sobre nada, porque há sempre algo que fica por dizer, porque muito se pensa mas nem tudo se diz.
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quinta-feira, 29 de novembro de 2012
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Constatações #4
Ir ás Fnacs e Bertrands desta vida não só é deprimente como também é uma perda de tempo. Salve-se Eça de Queirós em livro de bolso aka livro-bom-a-preço-aceitável para os pobres não enterrarem a cabeça nas novelas da TVI. Ou pior.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
always look at the bright side...
Engordei oito quilos. As calças número trinta e quatro e trinta e seis à muito que não me servem. Finalmente posso dar uso a todos os midi dresses da ASOS que vim acumulando nos últimos meses! Espectáculo isto de usar vestidos, é que não é preciso pôr uma camisola e depois ter a chatice de procurar umas calças que ainda entrem. Uma peça e já está. O melhor é que parece que estou sempre espectacular ao contrário do meu anterior estilo agarrou-a-primeira-calça-e-camisa-que-encontrou-e-saiu-à-rua.


E é ver-me sair de casa com vestidos de Verão com um casaco e collants feliz e com um pacote de bolachas de chocolate na mão, porque agora que descobri o segredo nunca mais me preocupo com drama que é experimentar rios e rios de ganga. É só vestir um vestido médio que não aperte da cintura para baixo, e ser feliz.
E é ver-me sair de casa com vestidos de Verão com um casaco e collants feliz e com um pacote de bolachas de chocolate na mão, porque agora que descobri o segredo nunca mais me preocupo com drama que é experimentar rios e rios de ganga. É só vestir um vestido médio que não aperte da cintura para baixo, e ser feliz.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Costatações #3
Perante uma esplanada totalmente vazia o cliente depara-se com um dos grandes dilemas do século: e agora, onde me sento?
Hipótese a: na mesa à sua frente totalmente vazia e arrumada.
Hipótese b: na mesa à sua direita igualmente irrepreensível.
Hipótese c: na segunda mesa à sua esquerda, semelhante às restantes.
Hipótese d: na terceira mesa à sua esquerda, um pouco mais distante mas igualmente arrumada.
Hipótese e: na mesa do fundo, na sua extrema esquerda, totalmente desarrumada e imunda depois da estadia de quatro adoráveis crianças e respectivos progenitores, que partiram à dois minutos, cheia de louça suja, restos de bolos, papéis, restos de cigarro e toalhetes de bebé.
Ó vida cruel, onde se sentará o ilustre cliente neste que é o mais complicado dia da sua difícil existência? Vida cruel que o obriga a escolher onde se sentar numa esplanada de café (onde já se viu semelhante cousa?).
Hipótese e. Porca miséria que me passo de cada vez que um estulto qualquer decide que irá colocar o seu real assento na única mesa que parece saída de um confronto de guerra. What's wrong with you people?
Mas o cliente é rei e senhor e tem sempre razão e o camandro.
Constatação: Perante uma escolha aparentemente fácil o estulto escolhe sempre complicar as coisas.
Hipótese a: na mesa à sua frente totalmente vazia e arrumada.
Hipótese b: na mesa à sua direita igualmente irrepreensível.
Hipótese c: na segunda mesa à sua esquerda, semelhante às restantes.
Hipótese d: na terceira mesa à sua esquerda, um pouco mais distante mas igualmente arrumada.
Hipótese e: na mesa do fundo, na sua extrema esquerda, totalmente desarrumada e imunda depois da estadia de quatro adoráveis crianças e respectivos progenitores, que partiram à dois minutos, cheia de louça suja, restos de bolos, papéis, restos de cigarro e toalhetes de bebé.
Ó vida cruel, onde se sentará o ilustre cliente neste que é o mais complicado dia da sua difícil existência? Vida cruel que o obriga a escolher onde se sentar numa esplanada de café (onde já se viu semelhante cousa?).
Hipótese e. Porca miséria que me passo de cada vez que um estulto qualquer decide que irá colocar o seu real assento na única mesa que parece saída de um confronto de guerra. What's wrong with you people?
Mas o cliente é rei e senhor e tem sempre razão e o camandro.
Constatação: Perante uma escolha aparentemente fácil o estulto escolhe sempre complicar as coisas.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Eu não queria dizer isto (por acaso queria e quero) mas...
Porcaria-pah-que-andei-a-estudar-e-a-queimar-as-pestanas-para-isto-e-agora-estou-numa-de-trabalhar-nove-horas-por-dia-folga-ao-domingo-para-pôr-as-ideias-em-ordem-ai-o-camandro-pah.E é isto.
Porque nunca o disse em voz alta mas hoje estive a pensar nisso e fiquei lixada da vida.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
'Porcaria do Blogger' ou 'como não percebo nada disto'
Escrevo com diferentes tamanhos de letra e depois de publicado fica tudo do mesmo tamanho. Bahh
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Coisas que não se devem fazer quando a falência é a única cena que nos assiste
Ver, ler pesquisar ou mesmo pensar no site ticketline.pt (já para não mencionar a revista). É extremamente embaraçoso fazer planos que não se concretizarão em nenhum lugar fora do nosso imaginário. E é Gipsy Kings a tocar como eu de um lado (cof cof), e é o Lago dos Cisnes de outro (o meu sonho de infância é ser prima ballerina... cenas) e muita comédia com Tochas, Guilhermes, Nogueiras e afins pelo meio.
Porca miseria!! M ta quebród nem Djosa...
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Eu, gulosa, me confesso...
Para além dos anti stress que as pessoas normais têm (pintar, tocar um instrumento musical, sobrecarregar a internet de palavras com que não queremos sobrecarregar os nossos entes queridos), confesso que tenho um hobbie viciante: comida.
Ver comida, mais do que comê-la é altamente viciante.
Como boa masoquista que sou, vejo programas e programas de culinária, principalmente pastelaria, e pesquiso receitas como se não houvesse amanhã.
Desde que descobri a secção de doces do site Sabor Intenso, a minha vida nunca mais foi a mesma.
Há algo que se ilumina em mim com a possibilidade de adicionar novos sabores e aromas, novas cores e texturas à vida tal como a conheço... mesmo que seja através de comida. Altamente terapêutico portanto (o único efeito secundário é ficar sem vontade de comer, whatever...)
MasterChef Australia, Dias de Mafalda, Hell's Kitchen, Jamie's 30 minute meals, Cook Yourself Thin, Nigella's Bites, Ingrediente Secreto, Chakall e Pulga, The Delicious Miss Dahl e muito, muito mais...
Noites e noites a ouvir o Chef Ramsay a gritar Wellingtons como se não houvesse amanhã e pronto, estou obcecada...
Pelo menos poupo em terapia convencional... ou não.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Yeah para mim
Full time no meu antigo part time para substituir colega em baixa de maternidade (it doesn't make any sense but whatever).
=
Plano a ser 'desenhado':
1- Carta de condução (1500 € a partir de janeiro, bahh)
2- Renovar o guarda roupa i.e. criar uma secção no roupeiro que me ajude a evitar a conversa n.º 1, também conhecida como 'não, não estou a tentar parecer mais velha, já não estou na puberdade, sim eu sei que pareço ter 13 mas não tenho, pois sim mas não nasci nos anos 90, é isso mesmo tenho idade mais do que suficiente para me enfrascar de forma legal'.
3- Tratar da pele com produtos decentes. (Ponto importantíssimo para deixar de ser comparada à geração bieber)
E o mais importante:
4- Comprar um livro que não seja leitura obrigatória de uma cadeira qualquer. (chega de ler à borla na fnac (bons tempos esses em que não havia dinheiro para mais e o people ia sentar-se no chão da fnac por não haver mais lugares na galeria; eu a ler Perfume de Patrick Süskind a C. a ler Nicholas Sparks... gostos não se discutem).
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
O fenómeno Clooney
Tenho para mim que ter um professor giro-giro mas que é, simultaneamente, chato-mesmo-chato, não vai ser muito positivo...
quinta-feira, 20 de maio de 2010
You just don't measure up
Confesso. Quando vejo Projeect Runway Canada espero pacientemente pelo momento em que a Iman profere a frase de condenação que identifica o miserável que perdeu o desafio da semana.
Quando ouço You just don't measure up acompanhado daquele gesto que ela faz com as mãos, rio até cair da cadeira. Não sei bem porquê, apenas acontece. Rio-me até não poder mais.
Já agora, a dita senhora faz-me imensa impressão. Sim, sim é altísssima e linda e é uma supermodelo lendária e não sei o quê, mas a verdade é que passa-se algo com aquela cabeça. É pequenina demais para aquele corpo enorme e para aquelas mãos enormes. 'Ai e tal ela é modelo e tem proporções fantásticas...' Sim, sim, tudo isso. É fantástica no mundo da moda mas no meu mundo real em que a média de alturas não ultrapassa os 185 cm eu teria medo se ela me aparecesse à frente. Não é bem medo, é mais assombro perante tantos supostos atributos mas que, conjugados todos na mesma pessoa, causam uma sensação estranha.
Ainda para mais ela faz-me lembrar um princesa do Egito antigo (a culpa é dos gestos que faz com as mãos), mas em versão gigante. Deve ser culpa do Remember the time do falecido rei da pop...
Quando ouço You just don't measure up acompanhado daquele gesto que ela faz com as mãos, rio até cair da cadeira. Não sei bem porquê, apenas acontece. Rio-me até não poder mais.
Já agora, a dita senhora faz-me imensa impressão. Sim, sim é altísssima e linda e é uma supermodelo lendária e não sei o quê, mas a verdade é que passa-se algo com aquela cabeça. É pequenina demais para aquele corpo enorme e para aquelas mãos enormes. 'Ai e tal ela é modelo e tem proporções fantásticas...' Sim, sim, tudo isso. É fantástica no mundo da moda mas no meu mundo real em que a média de alturas não ultrapassa os 185 cm eu teria medo se ela me aparecesse à frente. Não é bem medo, é mais assombro perante tantos supostos atributos mas que, conjugados todos na mesma pessoa, causam uma sensação estranha.
Ainda para mais ela faz-me lembrar um princesa do Egito antigo (a culpa é dos gestos que faz com as mãos), mas em versão gigante. Deve ser culpa do Remember the time do falecido rei da pop...
terça-feira, 18 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
F me*
Hoje tinha uma consulta.
Saí do trabalho e quando cheguei a casa decidi sentar-me durante dez minutos para descansar os pés, que estão arruinados, antes de sair para ir ao médico. Só que os dez minutos transformaram-se em vinte. Posto isto fui preparar-me e, quando pedi a certo e determinado indivíduo para me dar boleia porque ir a pé custar-me-ia muito, o dito recusou. E recusou porquê?
Digamos apenas que quando cheguei em casa estava a curtir o doce far niente.
O óbvio: fui a pé e cheguei sete minutos (a especificidade até assusta) depois da hora.
Quando sou atendida pela minha funcionária administrativa preferida e que é sempre uma simpatia (not), fico a saber que:
1-quando inseri o cartão de utente na máquina e esta deu-me a opção de pagar na mesma com notas, era nessa que tinha de carregar (mas quem é que disse à senhora que eu tinha notas...)
2-Apesar do papel entregue na altura da marcação ter uma hora estipulada , eu deveria chegar quinze minutos antes da hora da consulta para fazer a inscrição. Posto isto a minha nova melhor amiga a.k.a a sra. funcionária diz-me que não serei atendida (obviamente) e que se gostaria de deixar assim ou preferia fazer outra marcação (what?!...). A minha vontade foi dizer algo como «deixe lá estar, eu não preciso de cuidados médicos nenhuns apesar de ter marcado esta consulta à um mês; tenho 20 anos e sou saudável como um touro por isso é óbvio que marquei esta consulta só porque não tinha nada de interessante para fazer hoje à tarde». Fui bem mais comedida na minha resposta. Exibi o meu melhor ar irónico de intelectual e disse «olhe, já agora dava jeito visto que fiquei sem consulta.» Estava cansada, irritada e de mal com a vida porque cas contrário não diria tal coisa.
Posto isto a senhora pergunta se dia x dá e eu, estupidamente, respondo que sim. Começo a escrever para não me esquecer quando ouço que a hora é y. «Peço desculpa, pode reptir?«- digo eu- «não se preocupe que já lhe dou o papel com a hora». «Mas eu estou-le a pedir porque não sei se posso a essa hora...». «Aqui tem o papel» «Eu lamento mas não posso comparecer a essa hora». Aí a senhora passa-se (se calhar deveria ter perguntado se podia marcar à hora y em vez de assumir que não faço nada o dia todo), mas eis que surge a minha médica e, perante o horror da senhora, insiste em marcar para a semana seguinte a uma hora que por acaso até me convém.
Saí de lá fula... comigo, só comigo. O que faço quando me irrito comigo? Desta vez entrei no primeiro supermercado que encontrei, comprei uma nhanha que prometia ter chocolate (hum...duvido) e enfardei tudo. A celulite agradece que eu contribua para o aumento da sua população mas hey, I'm just a messed up person, so F off*.
Ter-se-ia evitado tudo isto se eu não tivesse gasto dez minutos extra a descansar as minhas pernas. Ás vezes sou mesmo uma idiot iresponsável...
*Apenas seguidores de Jimmy Fallon e do seu trabalho no Late Night sabem o que dizer/escrever F off significa realmente...

P.S: Se ouço mais alguém a dizer que tenho a sorte de poder comer tudo o que me apetece porque não engordo (not), juro que vou começar a testar a habilidade de voar dos objectos à minha volta. Lá por eu gostar de cores escuras não quer dizer que o meu metabolismo seja rápido. Se me vissem de bikini mudavam logo de opinião...
P.P.S.: Agora a sério: estou com receio do que poderá ser... estou com receio mas admito-o apenas aqui, enquanto canto salto e rio contente com os meus. Se for grave serão eles que mais sofrerão. É por eles que tenho receio. Pelos meus...
Labello, labello, a quanto obrigas...
São pelo menos vinte e dois. Vinte e dois nas mais variadas cores, brilhantes ou não, de todos os sabores ou isentos de. Vinte e dois.
A pergunta: quantas variadades são comercializadas em Portugal?
Agora a resposta: Três. Clássico, Sun e Rosa-pastilha-elástica-fora-de-prazo-reciclada.
O momento mais triste que está associado à compra de um labello, prende-se com o belíssimo site que somos convidados a visitar quando olhamos para a embalagem.
Eu não quero aqula coisa rosa que mais parece restos de algodão doce da feira que esteve na cidade no mês passado. Eu quero um dos que têm o vermelho como base, tendo um efeito super natural. Estou a escrever isto com toda a calma tendo em conta que acabei de queimar o almoço...
A pergunta: quantas variadades são comercializadas em Portugal?
Agora a resposta: Três. Clássico, Sun e Rosa-pastilha-elástica-fora-de-prazo-reciclada.
O momento mais triste que está associado à compra de um labello, prende-se com o belíssimo site que somos convidados a visitar quando olhamos para a embalagem.
Eu não quero aqula coisa rosa que mais parece restos de algodão doce da feira que esteve na cidade no mês passado. Eu quero um dos que têm o vermelho como base, tendo um efeito super natural. Estou a escrever isto com toda a calma tendo em conta que acabei de queimar o almoço...
segunda-feira, 12 de abril de 2010
...e viva a Internet
Via esta 'pérola' tinha eu uns cinco anos.
Agora revejo-a no Youtube em italiano (aparentemente teve imenso sucesso na Itália).
Neste momento estou a rir-me como uma idiota e a dar cabo do sistema nervoso de quem me ouve com os meus berros histéricos. A culpa não é minha... É tão lame mas tão lame que nem sequer tenho outra palavra para a descrever. A música é um verdadeiro 'diamante'.
Está-me no sangue o 'rir' de tudo o que é lame. Faz parte da cultura ancestral que comigo carrego...
E agora, aqui, em exclusivo (mas pouco) AISHITE NIGHTS!!
Agora revejo-a no Youtube em italiano (aparentemente teve imenso sucesso na Itália).
Neste momento estou a rir-me como uma idiota e a dar cabo do sistema nervoso de quem me ouve com os meus berros histéricos. A culpa não é minha... É tão lame mas tão lame que nem sequer tenho outra palavra para a descrever. A música é um verdadeiro 'diamante'.
Está-me no sangue o 'rir' de tudo o que é lame. Faz parte da cultura ancestral que comigo carrego...
E agora, aqui, em exclusivo (mas pouco) AISHITE NIGHTS!!
domingo, 4 de abril de 2010
The Pursuit of Happyness
E não é que este filme passou ontem na televisão e eu não o vi? Este é um dos filmes que quero ver mas que, por alguma razão, nunca vejo. E o pior é que como toda a gente já o viu, tenho de ouvir bitates que estão a arruinar a minha futura visualização. Isso não se faz meus amigos. Isso é maldade. Ai e tal e o Will Smith até nem está bem. Ai e tal e o fim é um pouco sem sal.
Estou mesmo a ver...
Tinha mesmo de passar ao sábado à tarde? Não podiam ter posto à noite ou algo que o valha?
Pois... sábado...
Agora trabalho ao sábado. E também entro mais cedo. Portanto, trabalho de segunda a sábado das 12 às 17 exceto às quintas que entro depois das duas para poder assistir a mais algumas aulas de Finanças. Está bem que gosto imenso do meu trabalhito, está bem que é melhor que nada, está bem que a patroa é uma querida e os colegas ajudam-me imenso, mas isso não me impede de estar menos cansada. Agora tenho o domingo para descansar as pernas e amanhã lá vou eu para o triângulo casa-faculdade-trabalho.
E agora a parte mais interessante disto tudo: não posso gastar nem um chavo do que ganhei porque não dá para tudo o que tenho de pagar em Abril e ainda tenho de pedir ajuda à minha mãe. Bahhh isto não está a correr como planeado...

sexta-feira, 12 de março de 2010
Os filmes que quero ver e, para infelicidade minha ainda não o fiz
Uma outra educação (quero vê-lo desde a primeira vez que vi o actor a fazer a promoção do filme num programa norte-americano, em que vi apenas a cena em que ela está à chuva e ele oferece boleia ao violoncelo dela).
Nas nuvens (Filme independente? Clooney? Juno? Quis vê-lo mal li essas três palavras).
Homens que matam cabras só com o olhar (só o título faz com que queira vê-lo, o elenco também ajuda).
Precious (na minha lista desde uma entrevista a Mo'nique, ainda sem saber a poeira de prémios que o filme ia levantar).
Não vi o trailer da maioria dos filmes da lista e nem quero. O problema com filmes destes é que, mesmo que os queira ver daqui a algum tempo, o melhor é vê-los o mais rápido possível, porque corre-se o risco de estragar a surpresa com tantos comentários, prémios e frufrus à volta dos mesmos. Resultado: sei mais sobre o filme Precious do queria, e também sei que Nas Nuvens é um belíssimo filme. Gosto de tirar as minha opiniões antes do mundo todo contagiar-me com a sua.
Porque é que tinham de estar, estranhamente, todos em cena ao mesmo tempo? Porquê? (ouvem-se trovoadas, chuva e faz eco por todo o lado).
Vou chorar imenso, ou não.
Nas nuvens (Filme independente? Clooney? Juno? Quis vê-lo mal li essas três palavras).
Homens que matam cabras só com o olhar (só o título faz com que queira vê-lo, o elenco também ajuda).
Precious (na minha lista desde uma entrevista a Mo'nique, ainda sem saber a poeira de prémios que o filme ia levantar).
Não vi o trailer da maioria dos filmes da lista e nem quero. O problema com filmes destes é que, mesmo que os queira ver daqui a algum tempo, o melhor é vê-los o mais rápido possível, porque corre-se o risco de estragar a surpresa com tantos comentários, prémios e frufrus à volta dos mesmos. Resultado: sei mais sobre o filme Precious do queria, e também sei que Nas Nuvens é um belíssimo filme. Gosto de tirar as minha opiniões antes do mundo todo contagiar-me com a sua.
Porque é que tinham de estar, estranhamente, todos em cena ao mesmo tempo? Porquê? (ouvem-se trovoadas, chuva e faz eco por todo o lado).
Vou chorar imenso, ou não.
sábado, 6 de março de 2010
Quero crescer, mas quero que o sonho venho comigo (ou o Peter Pan é um bocadito idiota
Quando entrei para a faculdade tinha, como qualquer jovem em início de vida adulta, uma 'lista' mental de coisas a fazer infindável e, em determinadas alíneas, impraticável.
Supostamente teria de completá-la antes dos 21 anos.
Se retirarmos as metas profissionais e pessoais, bem como as idiotas/estúpidas, restam uma série de sonhos que, na minha mente de Peter Pan, ainda vou a tempo de realizar. Apesar de ser um pouco sonhadora e ter sempre vários projectos em mente que fazem com que a maioria das pessoas pensem que sou do tipo 'diz mas não faz', a verdade é que penso sempre numa forma prática e realista de realizá-los.
Aprender a tocar guitarra. Ok, no big deal. Chega de flauta, venha a guitarra. Convém é ter uma.
Não, não tenho uma guitarra, mas tento aprender tudo o que posso sobre elas enquanto não e ainda vou chateando quem tem paciência para me emprestar durante uns minutos a sua. Reunida a informação qualidade/material/sonoridade/durabilidade/praticidade/preço/finanças toca a fazer contas à vida. Tenho um emprego à muito pouco tempo, tenho propinas para pagar, tenho contas para saldar mas, segundo os meus calculos, devo poder comprar uma daqui a alguns meses. Não vai dar para varrer a H&M no Verão mas o custo de oportunidade é isso mesmo.
Aprender a andar de bicicleta. Sim, é a coisa mais fácil do mundo. Sim, nunca se esquece. Sim, vim de Plutão e esse é o principal motivo de me encontrar com o chão de todas as vezes que tento pedalar. Não interessa. Não sei e quero aprender. É estúpido? Talvez.
Fotografar mais e com melhor qualidade. Porque não é a economia que move os sonhos dos homens mas sim a arte. Não interessa a forma que a arte assume para nos deslumbrar, a verdade é que por mais ou menos entendidos que possamos ser no assunto, a arte deslumbra-nos. A minha fonte de inspiração preferida é a Natureza. Penso que a mente do ser humano não consegue compreender a sua imensidão e coplexidade mas, na sua humildade, utiliza-a para inspirar as suas criações artísticas. Pintura, moda (vestuário, calçado, maquilhagem), arquitectura, música e tantas outras formas de expressão artísticas que nascem (conscientemente ou inconsintemente) da naturaza, porque está relacionada com qualquer outro aspecto da nossa vida e porque antes do homem criar, olha para esta para aprender. A arte permite-nos sonhar e dar a conhecer a outros o nosso imaginário.
A fotografia permite-me conservar a criança em mim. Por enquanto admiro o trabalho de outros fotógrafos e vejo a realidade que, quando fotografada transforma-se pela visão de que a fotografou. Como a visão de determinado fotógrafo, que lhe permite ver além do óbvio e encontrar a humanidade e amor nos locais e nas situações mais desumanas como em campos de refugiados. Ou a visão de determinado fotógrafo de moda que consegue criar uma versão fantástica da realidade. Não procuro por nomes, procuro por temas e sonho.
Dar uso ás tintas acrílicas e pincéis quando estiver fula. Em vez de deixar o stress tomar conta do sistema nervoso (acontece que guardo tudo para mim), pinto de forma a expressar o que me vai na alma sem me desgastar psicológicamente. Vai-se lá perceber o porquê mas a verdade é que além de me ajudar a lidar com o stress, só crio algo remotamente interessante quando estou a ponto de explodir. Quando acabo, sinto-me bem e ainda me espanto com o que fiz. É mau sim, mas é melhor do que faço quando tento pegar no lápis e desenhar à força (sai tudo pior e de certa forma ainda bem que assim é).
Fazer exercício físico regularmente. Não, não preciso de perder peso e nem quero. Quando digo a alguém que preciso de uma alternativa ao jogging que seja tão barato quanto este, normalmete recebo um olha de horror acompanhado da célebre frase: 'mas queres desaparecer da terra?'. É uma questão de saúde senhores, de saúde e de bem-estar. Segundo os prefissionais de saúde nada que envolva correr nos próximos tempos. Como correr à beira rio era dos meus passatempos desportivos favoritos (tirava também umas fotos e tudo gratuito) vou adquirir um tapete de ioga para fazer pilates em casa (odeio fazer exercício entre quatro paredes mas lá terá de ser).
Mas porque razão vem o amor pela guitarra antes da bicicleta? Aparentemente sou mais hábil na guitarra (talvez por ser movida por paixão avassoladora) do que na cordenação motora necessária para pedalar (apesar de também requerer coordenação motora para fazer acordes, a verdade é que é mais intuitivo), mas não deixo de coleccionar nódoas negras e arranhões por isso.
Chega de escrever, está na hora de programar a próxima semana. Não aprecio ter a semana programada mas ajuda imenso a não deixar de fazer o que é preciso ser feito. Aulas de manhã, trabalho à tarde e muitas responsabilidades prazerosas e menos prazerosas para serem cumpridas no meio. Vamos ver como corre. Enquanto isso vou ouvindo Jasom Mraz simplesmente porque 'cheira' a Verão ao contrário da chuva que cai lá fora.
Estive a ver o outro videoclip oficial e agora que penso nisso acho que mr. Jason Mraz é completamente doido e até ridículo mas de uma forma totalmente aceitável (i.e. I can live with that).
Supostamente teria de completá-la antes dos 21 anos.
Se retirarmos as metas profissionais e pessoais, bem como as idiotas/estúpidas, restam uma série de sonhos que, na minha mente de Peter Pan, ainda vou a tempo de realizar. Apesar de ser um pouco sonhadora e ter sempre vários projectos em mente que fazem com que a maioria das pessoas pensem que sou do tipo 'diz mas não faz', a verdade é que penso sempre numa forma prática e realista de realizá-los.
Aprender a tocar guitarra. Ok, no big deal. Chega de flauta, venha a guitarra. Convém é ter uma.
Não, não tenho uma guitarra, mas tento aprender tudo o que posso sobre elas enquanto não e ainda vou chateando quem tem paciência para me emprestar durante uns minutos a sua. Reunida a informação qualidade/material/sonoridade/durabilidade/praticidade/preço/finanças toca a fazer contas à vida. Tenho um emprego à muito pouco tempo, tenho propinas para pagar, tenho contas para saldar mas, segundo os meus calculos, devo poder comprar uma daqui a alguns meses. Não vai dar para varrer a H&M no Verão mas o custo de oportunidade é isso mesmo.
Aprender a andar de bicicleta. Sim, é a coisa mais fácil do mundo. Sim, nunca se esquece. Sim, vim de Plutão e esse é o principal motivo de me encontrar com o chão de todas as vezes que tento pedalar. Não interessa. Não sei e quero aprender. É estúpido? Talvez.
Fotografar mais e com melhor qualidade. Porque não é a economia que move os sonhos dos homens mas sim a arte. Não interessa a forma que a arte assume para nos deslumbrar, a verdade é que por mais ou menos entendidos que possamos ser no assunto, a arte deslumbra-nos. A minha fonte de inspiração preferida é a Natureza. Penso que a mente do ser humano não consegue compreender a sua imensidão e coplexidade mas, na sua humildade, utiliza-a para inspirar as suas criações artísticas. Pintura, moda (vestuário, calçado, maquilhagem), arquitectura, música e tantas outras formas de expressão artísticas que nascem (conscientemente ou inconsintemente) da naturaza, porque está relacionada com qualquer outro aspecto da nossa vida e porque antes do homem criar, olha para esta para aprender. A arte permite-nos sonhar e dar a conhecer a outros o nosso imaginário.
A fotografia permite-me conservar a criança em mim. Por enquanto admiro o trabalho de outros fotógrafos e vejo a realidade que, quando fotografada transforma-se pela visão de que a fotografou. Como a visão de determinado fotógrafo, que lhe permite ver além do óbvio e encontrar a humanidade e amor nos locais e nas situações mais desumanas como em campos de refugiados. Ou a visão de determinado fotógrafo de moda que consegue criar uma versão fantástica da realidade. Não procuro por nomes, procuro por temas e sonho.
Dar uso ás tintas acrílicas e pincéis quando estiver fula. Em vez de deixar o stress tomar conta do sistema nervoso (acontece que guardo tudo para mim), pinto de forma a expressar o que me vai na alma sem me desgastar psicológicamente. Vai-se lá perceber o porquê mas a verdade é que além de me ajudar a lidar com o stress, só crio algo remotamente interessante quando estou a ponto de explodir. Quando acabo, sinto-me bem e ainda me espanto com o que fiz. É mau sim, mas é melhor do que faço quando tento pegar no lápis e desenhar à força (sai tudo pior e de certa forma ainda bem que assim é).
Fazer exercício físico regularmente. Não, não preciso de perder peso e nem quero. Quando digo a alguém que preciso de uma alternativa ao jogging que seja tão barato quanto este, normalmete recebo um olha de horror acompanhado da célebre frase: 'mas queres desaparecer da terra?'. É uma questão de saúde senhores, de saúde e de bem-estar. Segundo os prefissionais de saúde nada que envolva correr nos próximos tempos. Como correr à beira rio era dos meus passatempos desportivos favoritos (tirava também umas fotos e tudo gratuito) vou adquirir um tapete de ioga para fazer pilates em casa (odeio fazer exercício entre quatro paredes mas lá terá de ser).
Mas porque razão vem o amor pela guitarra antes da bicicleta? Aparentemente sou mais hábil na guitarra (talvez por ser movida por paixão avassoladora) do que na cordenação motora necessária para pedalar (apesar de também requerer coordenação motora para fazer acordes, a verdade é que é mais intuitivo), mas não deixo de coleccionar nódoas negras e arranhões por isso.
Chega de escrever, está na hora de programar a próxima semana. Não aprecio ter a semana programada mas ajuda imenso a não deixar de fazer o que é preciso ser feito. Aulas de manhã, trabalho à tarde e muitas responsabilidades prazerosas e menos prazerosas para serem cumpridas no meio. Vamos ver como corre. Enquanto isso vou ouvindo Jasom Mraz simplesmente porque 'cheira' a Verão ao contrário da chuva que cai lá fora.
Estive a ver o outro videoclip oficial e agora que penso nisso acho que mr. Jason Mraz é completamente doido e até ridículo mas de uma forma totalmente aceitável (i.e. I can live with that).
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Constatações
Hoje apercebi-me do porquê do Super Homem usar as cuecas em cima dos collants, apesar de ser ridicularizado por determinados indivíduos por esse mesmo motivo.
Estava eu muito feliz e contente a tentar enfiar as pernas nuns collants (só mesmo porque está frio porque se não nem considerava a hipótese), quando apercebi-me de algo que acontece todas as vezes em que decido tentar tal proeza: não há nenhum que me sirvam como deve ser. Ou são curtos nas pernas ou então, quando até têm um comprimento maior, são ENORMES.
Mas o que mais me irrita é o 'gancho' que fica sempre muito abaixo. É super desconfortável. Quando ando parece que... nem sei explicar devidamente o quanto me chateia.
Posto isto pensei que mr SH até teria razão: as cuecas sempre seguram os collants no sítio...
Estava eu muito feliz e contente a tentar enfiar as pernas nuns collants (só mesmo porque está frio porque se não nem considerava a hipótese), quando apercebi-me de algo que acontece todas as vezes em que decido tentar tal proeza: não há nenhum que me sirvam como deve ser. Ou são curtos nas pernas ou então, quando até têm um comprimento maior, são ENORMES.
Mas o que mais me irrita é o 'gancho' que fica sempre muito abaixo. É super desconfortável. Quando ando parece que... nem sei explicar devidamente o quanto me chateia.
Posto isto pensei que mr SH até teria razão: as cuecas sempre seguram os collants no sítio...
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